Domingo, 7 de Dezembro de 2008

'The Reserve Bank of Zimbabwe had capped maximum daily withdrawals at 500,000 Zimbabwean dollars: about 25 U.S. cents'- CNN.

Mas que diabo de país é esse -Zimbabwe- onde é preciso, de semana para semana (ou do dia para a noite) levar um saco -grande- para carregar as notas necessárias para pagar -e dependerá certamente da velocidade com que se engole- uma simples cerveja num bar da capital? 1 milhão de dólares do Zimbabwe. É certo: não valem nada. E como nada valem, sai mais uma nova nota fresquinha: de 200 milhões, desta vez. Para nada valer depois de amanhã.
Ou o tamanho físico das notas aumenta, ou os próximos zeros serão impressos em superscript.
Impressionante como governos (?) deste e de muitos outros países do continente africano -Somália, por mero exemplo- assistem impávidos, serenos e com contas offshore seguramente bem provisionadas, ao desgaste, sofrimento e morte dos respectivos povos.
Há muito que é claro que pura e simplesmente -esses países- não se sabem governar e, pior ainda: não querem aprender -ou não lhes dá jeito- e os poucos que possam querer tornam-se incómodos e quiçá, maus vizinhos para o establishment africano.

Créditos: imagem zimrevivew.wordpress.com


publicado por LMB às 15:12 | link do post | comentar | favorito


Caso para dizer: a camera estava lá.

Noite passada, Colorado, EUA, um meteorito atravessou os céus locais com a consequente fragmentação.

Video aqui. Texto 'Colorado superbolide' neste outro.


publicado por LMB às 12:44 | link do post | comentar | favorito

Sábado, 6 de Dezembro de 2008

[...] 'O Estado Português da Índia mantinha velhos contenciosos com chefes indianos vizinhos, umas vezes aliados, outras vezes inimigos, litigando pelas mais diversas questões,todavia quase todas radicando no choque de culturas e mentalidades entre colonos europeus e nativos orientais.

Neste contexto e na sequência de uma longa guerra com o rei de Sunda -território vizinho de Goa -, que iria ainda prosseguir por muitos e muitos anos, os portugueses venceram o dito Sunda - como era conhecido -, o qual foi obrigado a pagar o investimento feito no restabelecimento logístico de duas províncias, Ponda e Zambaulim, tendo os portugueses arbitrado esse pagamento em 40.000 xelins, que era a moeda de Goa. (...)
Alguns esclarecimentos sobre as moedas e pesos da época, utilizados pelo Estado Português da Índia:


Unidades de Peso
1 candil = 4 quintais = 235,037 kg
1 quintal = 4 arrobas = 58,758 kg
1 arroba = 32 arrateis = 14,680 kg
1 arratel = 16 onças = 459,058 g
1 onça = 28,691 g
Unidades de Peso (metais preciosos)
1 marco = 8 onças = 64 oitavas = 4.608
grãos = 229,504 g
1 onça = 8 oitavas = 576 grãos = 28,691g
1 oitava = 72 grãos = 3,586 g
1 grão = 0,0498 g
Moedas e equivalências
1 xelim = 5 tangas = 300 reis

1 tanga = 60 reis

Como já se disse o rei de Sunda pagou aos portugueses 40.000 xelins em 1743, pelas despesas feitas pelo Estado da Índia na restauração das províncias de Ponda e Zambaulim.
Então, o rei João V de Portugal, ordenou que esse capital se mantivesse separado e andasse em giro nas naus do reino. O pagamento feito pelo Sunda foi misto: 10.000 xelins em dinheiro, e 30.000 xelins em 150 candins de pimenta a 200 xelins o candil
. (...)
Um xelim de Goa em meados do século XVIII, valia cerca de 180 reis portugueses. Com dois mil xelins comprava-se cerca de um quilograma de ouro. Grosso modo pode-se dizer que uma tonelada de pimenta equivalia a cerca de meio quilograma de ouro.'[...]

Créditos: imagem via postaisportugal.canalblog.com texto de M.Benaventes Rodrigues, via APOTEC, baseado no
'Livro de Conta Corrente do Cabedal Procedido da Pimenta que o
Sunda Pagou no Ano de 1743', Livro n.º 47 - Casa dos Contos - Arquivo Histórico do Tribunal de Contas - Lisboa.



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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

CIRCULAR EM LISBOA

"[...] De Colares ao Ramalhão distavam dezoito quilómetros, que era preciso vencer por uma estrada de péssimo pavimento, subindo e descendo os mais escarpados montes. 'A cada momento esperava ser atirado de nariz ao chão' diz-nos Beckford. E conclui: 'as estradas são abomináveis. É certo que a natureza nestas paragens tornou difícil a construção de bons caminhos, mas não seria coisa extraordinária se se pusesse e estado transitável o caminho que separa a capital dos dois notáveis palácios de Sintra e Mafra.' (...)

As senhoras de elevada condição não passeiam a pé nas ruas e os fidalgos, se alguns se mostram uma vez por outra caminhando na cidade, trazem sempre a carruagem a acompanhá-los, o mais rente possível às casas, para evitar enterrar os cavalos no lamaçal.
Porém o sustento destes animais era muito caro. As forragens mais empregues eram a cevada e outros grãos, que não a aveia. Assim, 'excepto o rei, a família real, o patriarca e alguns ministros, ninguém tem carruagens puxadas a seis cavalos, antes a seis mulas, porque os cavalos não são abundantes em Portugal e seria preciso trazê-los de Espanha por contrabando o que é castigado por penas graves.' (...)

Mas 'também nenhuma pessoa -dentro das que podem- passeia na cidade, por causa do calor excessivo e das grandes distâncias. Daí esta observação dos habitantes: excepto pessoas de baixa condição, não se encontram nas ruas, a pé, enquanto está calor, senão ingleses ou cães.' refere Costigan a dado passo. (...)

No centro da cidade, porém, não é de bom tom andar a cavalo. Assim, as pessoas ilustres e negociantes têm carruagem privativa, podendo distinguir-se três tipos de viaturas: as carruagens, as 'cadeirinhas' e a diligência para a viagem. As primeiras são raras. As mais belas pertencem ao corpo diplomático e a negociantes. Já as da corte e dos grandes senhores são muito antigas, mal construídas e pesadas, sem ornamentos ou com ornamentos góticos. A falta de recursos é tamanha que ainda em finais da centúria os enviados estrangeiros não se iam buscar para as audiências em carruagens da corte. (...)

As excursões feitas em Portugal saíam extremamente caras para a época, além de se efectuarem sem as mais vulgares comodidades e terem o seu quê de perigosas. O mesmo acontecia coma diligência, meio de transporte tão dispendioso, que se tornava mais económico alugar uma sege. É Ruders que nos dá uma descrição pormenorizada deste meio de deslocação 'os passageiros, que podem ser quatro no máximo, tomam lugar num carro puxado por dois valentes animais. O carro viaja de dia e de noite; mas pára em certas estações, onde há restaurantes menos maus, para os passageiros comerem- um quarto de hora para o almoço, uma hora para o jantar e um quarto de hora para a ceia. No momento preciso em que o postilhão toca a trombeta, os passageiros têm de entrar imediatamente para o carro, sob pena de ficarem em terra, perdendo o preço, já pago, da passagem, ou seja, duas peças de ouro'. A diligência transportava também o correio para todo o reino. (...)

Ruders descreve como uma das mais agradáveis excursões, 'embarcar-se a gente a bordo de uma barcaça, descer o Tejo e fazer-se ao mar, passando em frente ao Cabo Espichel e velejando até entrar na baía de Setúbal. Essa viagem faz-se, frequentemente, num dia; apesar disso não ousei lançar-me em tal aventura, porque também sucede, quase com a mesma frequência ,serem precisos seis ou oito dias, havendo até o exemplo que alguém que consumiu vinte e oito dias antes de poder entrar no porto de Setúbal'.[...]"


in 'Lisboa setecencista vista por estrangeiros' ISBN 972-24-0991-3


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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
Imediatamente a seguir a Abril de '74, nos Liceus, existiam, pelo menos, duas formas legítimas e mais ou menos organizadas de anular um dia de aulas: as RGA's- Reunião Geral de Alunos e as RGP- Reunião Geral de Professores. Unidos venceriam qualquer coisa.

Honestamente, este actual braço de ferro entre Professores e Ministério da Educação, é algo que tento perceber, não obstante o nível de degradação do próprio ensino ministrado nas escolas públicas, tento perceber. Isto do lado 'dos crescidos'.
Do lado, dos 'juniores', esse eu não entendo de todo. Não vejo como o 'protesto estudantil' apontado para hoje, por parte dos estudantes do (note-se) ensino básico e secundário de todo o país, possa efectivamente trazer alguma luz (sim, iluminem-me!) à teórica 'luta contra o novo Estatuto do Aluno, os exames nacionais, a privatização do ensino e pela gestão democrática das escolas'. Veremos, então, se logo à noite, num qualquer bloco noticioso, algum destes activos participantes será capaz de explicar a razão do 'protesto'. Seguramente que não.

Isabel Stilwell, jornalista, no Editorial de um jornal de hoje, escreve, com razão, isto: "[...] Se é absolutamente legítimo o direito à greve, os pais não podem deixar de estranhar que os Professores nunca tenham recorrido a esta forma de luta por questões pedagógicas ou em defesa da qualidade de ensino, mas saiam à rua quando o que está em causa é a possibilidade de serem avaliados (irónico, quando a sua profissão é avaliar os outros...), os escalões e as carreiras. Se os professores podem fazer greve, os pais deveriam ter o mesmo direito, mas na prática só aqueles que têm dinheiro podem optar por fazer greve à escola pública, optando por uma escola privada.[...] "
Subscrevo inteiramente.

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RUAS E ESTRADAS, ILUMINAÇÃO E POLICIAMENTO

"Não era só a falta de higiene ou problemas de instalação que contribuíam para tornar a permanência do viajante europeu menos agradável. Gorani resume a situação. Ao sair-se das vias com bons passeios e lajes grandes e planas, próprias da baixa pombalina, a 'maior parte das ruas são bastante sujas, mal calçadas e os frequentes declives tornavam certas serventias extremamente desagradáveis', para já não falar na falta de segurança. (...) Na Lisboa em ruínas, pululavam mendigos e vadios e o viajante estrangeiro constituía uma das presas favoritas. (...) A primeira coisa que espanta Link é a falta de policiamento que dá azo ao mais descarado banditismo. Assim, 'desde que escurece, torna-se extremamente perigoso sair de casa só e desarmado, porque é quase certo ser-se assaltado e roubado. As rondas evitam os malfeitores, em vez de os perseguirem e não há ninguém que se prontifique a ajudar o desgraçado que é atacado.' (...) 'A única solução é o processo. Porém, depois de anos de despesas e de papelada sem nenhum resultado, vem a desistência.' (...)

Ruders sai à rua com a imaginação sobressaltada e a chafurdar na imundície, receando um bandido em cada pessoa. 'Como os assassinatos aqui são acontecimentos vulgares e se fala de vários assaltos à mão armada, a única defesa é a pessoal ou com o auxílio dos respectivos criados'. 'Apesar da existência de uma força de seiscentos homens de infantaria e duzentos de cavalaria, que todas as noites e mesmo em maiores secções durante o dia, percorrem em patrulhas todos os bairros da cidade e de à esquina de certas ruas estarem postados guardas nocturnos, sabe-se precisamente o momento em que ela tem de passar por tal ou tal sítio. A sua única função é anunciar quem passa em altos brados quando eles próprios não estão a dormir. Não tinham qualquer obrigação de prestar socorro pessoal.' (...)

Por tudo isto o movimento nas ruas era grande durante o dia e quase nulo depois do pôr-do-sol. As pessoas apressavam-se a regressar a casa e os jardins públicos fechavam. (...)
De facto, a escuridão contibuía para o aumento de número de assaltos. Até 1790, só as lâmpadas que ardiam diante das imagens das madonas e dos santos davam alguma claridade. Pina Manique resolveu iluminar as ruas. (...) Carrère conta-nos (...) 'a cidade ficou iluminada durante os Invernos de 1791/2 e 1792/3. Depois, as lanternas foram retiradas e nunca mais voltaram ao seu lugar.' (...)
Diz Ruders 'Mas como é então que, às escuras, se pode caminhar em tais ruas, sem a gente se enterrar na sua provecta e viscosa imundície? Respondo: atravessando-se nela em toda a extensão da palavra.' "


in 'Lisboa setecencista vista por estrangeiros' ISBN 972-24-0991-3


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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

Nas mercearias antigas, de bairro, aldeia ou lugarejo até, todas elas tinham um comum propósito: atender bem a freguesia. Se bem que o termo 'mercearia' está conotado com a venda de produtos alimentares, na prática, tratam-se de 'consumíveis'.
O merceeiro tinha, por isso, particular atenção em acautelar a demanda do freguês: se não o tinha, o produto, rapidamente o tratava de obter. Podia até não ser uma quantidade exorbitante, mas era o interesse em servir bem quem afinal de contas lhe dava o pãozinho p'ra boca; a ele e aos outros que na mercearia pudessem estar empregados, portanto, o merceeiro seria assim uma espécie de 'CEO' da tenda, que tratava de perceber o potencial do negócio até por antecipação aos seus colaboradores, deixando de parte alguma definição do termo 'mercearia' que em alguns dicionários também o apresentam como 'lugar de comércio de pouco valor'. O valor seria então secundário, primário seria a arte de ter a porta aberta, até porque, quem sabe, pudesse um dia derivar para um futurista supermercado.
Na actualidade, em algumas 'mercearias informáticas', o merceeiro moderno dessas, para além de ter dispensado o velho livro do 'deve & haver' -até porque apenas um capítulo interessará- dispensa também os pedidos insistentes de uma freguesia ávida de encomendar não apenas um, mas largas centenas de produtos da moda. O problema do merceeiro é relativo, o real problema é do freguês em insistir em ser aviado onde não lhe ligam coisa nenhuma. 'ISO' é masoquismo ou falta de alternativa?

Créditos: imagem A.Muñoz


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Webinar da EDA-Enterprise Desktop Alliance evangelizando mentes mais obtusas nas empresas sobre o melhor sistema operativo da actualidade (esse!) e a integração com o outro (esse!). Para 'IT Mgrs.' : perguntas & respostas + white papers, aqui.

Créditos: EDA


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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

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Créditos: via blab2.blogspot.com

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A percepção individual ou colectiva, por aí espalhada, sobre Marcas e logos num interessante trabalho de Noah Brier.
Há também a hipótese de palpite de Marca através de nuvem de 'etiquetas' (tags) ou ainda a recém estreada versão brasileira.

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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

MEC, ou por extenso, Miguel Esteves Cardoso, foi para mim, referência literária e, por extensão, também jornalística, nos anos '80. Já aqui coloquei um post sobre ele, e em particular, sobre esta obra de referência portuga que se chama justamente 'A causa das coisas'. Crónicas do autor escritas para os semanários 'Expresso' e 'Independente' e passadas a livro, já lá vão mais de vinte anos, continua hoje em dia, nos seus curiosos e jocosamente sérios textos, absolutamente actual.
Vejamos um excerto:

"A ideia de ninguém ter razão (haja ou não haja pão) é portuguesíssima. Sobre qualquer assunto, Portugal garante-nos sempre pelo menos dez milhões de razões, cada uma com a sua diferençazinha, cada uma com a sua insolenciazeca do "eu cá é que sei".
Não há neste abençoado território um único sujeito, seja eu ou ele cego, surdo e mudo, que não reclame a sua inobjectivável subjectividade. Lá diz o raio do povo, por tratar-se da única coisa em que o povo todo está de acordo, «Cada cabeça, cada sentença». Basta fazer-se uma reunião ou um júri, um governo ou uma comissão, para assistir-se ao milagre da multiplicação das opiniões.
"

“Entre as afecções de boca dos portugueses que nem a pasta medicinal Couto pode curar, nenhuma há tão generalizada e galopante como a Portugalite. A Portugalite é uma inflamação nervosa que consiste em estar sempre a dizer mal de Portugal. É altamente contagiosa (transmite-se pela saliva) e até hoje não se descobriu cura.

A Portugalite é contraída por cada português logo que entra em contacto com Portugal. É uma doença não tanto venérea como ‘venal’. Para compreendê-la é necessário estudar a relação de cada português com Portugal. Esta relação é semelhante a uma outra que já é clássica na literatura. Suponhamos então que Portugal é fundamentalmente uma meretriz, mas que cada português está apaixonado por ela. Está sempre a dizer mal dela, o que é compreensível porque ela o trata extremamente mal."


Uma boa prenda, portanto. 'Vintage' se se quiser.

Créditos: excerto texto via citador.pt


publicado por LMB às 22:02 | link do post | comentar | favorito


Visto de Setúbal ao lusco-fusco o alinhamento planetário: Lua, Vénus e Júpiter. Parecem estar perto uns dos outros, mas é só mesmo a ilusão vista 'cá de baixo' ; seja como for e, atendendo a que o próximo é daqui a cinquenta anos e, como certamente já cá não estarei, fica este registo para depois comparar, em 2058, mas visto 'lá de cima'.
Fotos bem melhores -que esta aqui tirada por telemóvel assim-assim- e um pouco por todo o mundo, neste sítio.


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