Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Do Canadá chega um teste de hálito que utiliza o microfone do computador para 'avaliar a potência' .
Marketing viral com piada.

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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

'Anda! Anda ver porque isto aqui também se deve a ti' palavras simpáticas de ex-colega e quadro do representante da marca, quando hoje visitei o novo espaço Apple na avenida cinco de Outubro em hora mais tranquila.
Na realidade, não fiz mais do que qualquer outra pessoa com um cargo de enorme responsabilidade não fizesse: evitar que o fino fio que permitia a continuidade das operações Apple em Portugal não se quebrasse de vez a poucos meses da viragem para o novo milénio.
A contribuição de uma equipa profissional coesa (pequena, note-se), imaginativa e diplomática, muito antes da vertente accionista, foi, de facto decisiva. Portanto se 'assinatura' existe, ela é colectiva, como eu sempre gosto de entender as coisas profissionais e, como uma pequenina parte desta minha antiga equipa integra hoje este novo projecto, num formato diferente, e sem desprimor algum para os restantes mais novos, eu tenho a certeza que os utilizadores Mac vão encontrar um local à altura desta marca de culto.

Também durante anos, ouvi vezes sem conta, a lamentação de não existir aplicações de gestão para Macintosh, do 'tipo que há para PC', diziam-me. Uns recordavam o Météor, outros que se devia investir no desenvolvimento em 4D -que o próprio importador chegou a utilizar, precisamente na ausência de- e outros ainda apostavam no 'porting' de aplicação 'a' ou 'b' para Mac OS.
Efectivamente, quando falavam disto comigo ou com o meu estimado amigo aqui do blog vizinho, falavam com gente que os entendia muito bem, porque há mais de vinte anos que as carreira profissionais de ambos assentavam precisamente em bases de desenvolvimento e implementação de software de gestão, do lado 'inimigo', é certo e muito antes de qualquer Windows.
Se por um lado o mercado ditava as leis do tipo de software que deveria existir para o sistema operativo dominante, por outro, o nicho tradicional na altura (DTP) do Macintosh não permita grandes aspirações, muito embora o 'porting' de uma aplicação integrada de gestão de referência no mercado nacional, tivesse sido ainda equacionada, mas colocada de parte pelos custos incomportáveis, seguramente nunca compensados na comercialização futura.

Hoje, o mercado -Mac- está diferente, por via de diversos factores que trouxeram vantagem competitiva à plataforma. É certo que Steve perde ainda aos pontos para o Bill no mercado empresarial, particularmente na base instalada e com a tal relação doentia de dependência que já aqui falei antes. Levará tempo.
Mas existem também excepções como tenho constatado: arrumar por completo com máquinas e sistemas do Bill. Não uma, nem duas nem duas dúzias, mas bem mais. O que é interessante e talvez, sinais dos tempos de mudança.

De retorno, hoje, às lides da indústria de software e com uma 'velha-nova' equipa altamente especializada em gestão e procedimentos empresariais, apostou-se e investiu-se num produto nórdico, produzido pela software-house sueca HansaWorld. Nickname: Hansa, porque é realmente mais simples.
Competeria ao fabricante explicar a origem do nome ( já que me perguntaram diversas vezes), mas como a caneta está comigo, eu explico: o nome tem origem na antiga 'Liga Hanseática' que mais não era que um género de cartel comercial por altura da idade média e que se estendeu por uns bons séculos envolvendo praticamente todos os países da europa do norte e bálticos.

Hansa nasceu há vinte anos na fria Suécia para Macintosh como software financeiro. Na actualidade, é um ERP/CRM de médio porte na sua versão mais completa.
Como em qualquer ERP internacional, tem de atender as necessidades e regras de negócio do cliente de Lisboa como tem de atender as especificidades do cliente de Hanoi. O que é verdade. 'Fala' 28 idiomas totalmente multi-plataforma suportado em oito mil ecrãs de trabalho e quatrocentos relatórios que se customizam ou não.
Visto ou dito assim parece brutal. Não é. Está bem concebido, anula redundâncias e é extremamente ágil. E depois, tem a tal coisa interessante como referi atrás: é para Mac, é para Windows, é para Linux, é para Symbian. E sendo para Mac, será igualmente para o iPhone.
Em Portugal está, se bem me recordo, há 7 anos: primeiro através de representação e agora através de subsidiária.
Mereceu, assim que por cá apareceu através do distribuidor na altura, todo o apoio por parte da representação oficial da Apple. Mas estas coisas não se fazem só de boa vontade. É preciso alguma proactividade. Talvez por isso, tenham decidido actuar directamente, contudo, a tal proactividade continua necessária.
Podia a Hansa orgulhar-se de ter batido a SAP na implementação no representante Apple. Curiosamente nunca por lá vi um ilustre representante da casa-mãe sueca, numa altura onde faria todo o sentido ter aterrado. Sempre tiveram - e têm- uma excelente gestora de produto, mas, mesmo assim, só lhes teria ficado bem.

Neste novo projecto profissional junto com a equipa que integro, estas coisas ficaram logo claras e por cá já passaram suecos, sul africanos, portugueses e ingleses vêm a caminho. Isto em 120 dias.
Se há um bom produto, que a maioria das pessoas desconhece em absoluto ou tem uma ideia errada do potencial escondido, então só a visibilidade pode fazer alguma coisa por isso, mesmo que se trate de um 'downgrade' duma aplicação 'pesada' para um produto de entrada de gama em prateleira de retalho. Sobretudo quando se trata daquilo que tantas vezes foi solicitado pelos utilizadores para a plataforma.
E nem têm que se preocupar com o Marketing local, de resto, só têm de aprender.
Disponibilizar este produto numa montra excepcional como é este APR, é apenas um bom princípio.
Portanto, meus caros 'vikings' reúnam lá os Gunnarsson, os Strøm, os Svärd e metam o MacBook Air debaixo do braço, porque terão certamente um belo auditório à vossa espera.



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Da noite para o dia, literalmente.

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

É certo: levei quase cinquenta anos para olhar 90 minutos de futebol da tal 'selecção de todos nós'. Devo isto ao brasuca do 'sim-não-sim-não', é certo também. Desde 2004, a bem dizer; devo ter tido mais tempo. Mas há pouco, vi e ouvi comentários de uns espanhóis que, em Basileia, diziam para uma das nossas cadeias de televisão: 'Hombre! Portugal é como a Espanha: chega ao que é importante e bloqueia'. Bom, se é ou não, não sei. Mas sou capaz de ficar com poucas dúvidas quando oiço o bandolete Nuno Gomes dizer: 'O que vi não gostei. Aquele relvado não é bom'.
Pronto, se amanhã a 'Deutschland über alles' vencer, estará encontrada a razão: foi a erva.


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En passant, pela Av. 5 de Outubro.



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"I am delighted to join the exemplary Board of Directors at Infogrames. Infogrames and Atari especially are world-class brands that should experience the full benefit of a new, strong leadership team."
P.Cagni dixit

Ah pois! Os jogos! Esse infame artigo.
Pois é ó Pascal, tens toda a razão: não há como estar no epicentro das coisas.
Deixa-me só perguntar-te a clássica questão: isso corre em Mac?... ou isso já não interessa nada?

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Terça-feira, 17 de Junho de 2008


De seu nome. O outro, o artístico, era bem mais simples: Cyd Charisse.
Apagou-se hoje aos 87. Ficam as recordações naqueles filmes Technicolor com Gene Kelly e o 'fred às tiras' (Fred Astaire). Ginger: também tens aqui lugar.
Fabulosos.


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Isto sim, é que é um levantamento a sério.


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Sábado, 14 de Junho de 2008
daqui a 75 anos, na visão da Lacoste.

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Só ainda não foi feito aqui, aposto, porque o La Féria anda ocupado. Para animar os aborrecidos passageiros da sala de espera do londrino aeroporto de Stansted, a lastminute.com, empresa que opera na internet em reservas e vendas de tudo quanto é viagens, férias e espectáculos apostou no marketing de guerrilha e, apanhando de surpresa esses tais passageiros, encenou um mini-musical, puxando a brasa à sua sardinha justamente para uma área de negócios do site.
Excelente.

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O 'Óscar' das boas ideias vai hoje para os antípodas: Nova Zelândia.
Lá como cá, a malta pega menos em livros e mais em teclados, seja por falta de tempo seja porque se torna nais prático ler qualquer coisa num ecrã. Por causa disso e, às tantas, para não desabituar, o New Zeland Book Council pediu ajuda à agência BBDO local para engendrar uma campanha que colocasse os livros de novo no trilho da leitura. A campanha é simples mas imaginativa: um Poe ou Orwell entram disfarçados no ecrã do 'Widows' (sim, 'Widows') e abrem o prefácio no 'PowerPont' (sim, 'PowerPont'), visto assim desta maneira, o patronato nem desconfia se, por acaso, a trama não concluída na leitura em casa continuar no escritório, num foleiro PC em ambiente obsoleto. Bom, mas o que interessa não é mesmo o sistema operativo, o que importa é a ideia. E essa corre bem.

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publicado por LMB às 21:53 | link do post | comentar | favorito


Acrescenta-se monocórdicos 'sim'-'não', como se fosse um favor responder a questões de jornalistas na conferência de imprensa dada há pouco em Basileia, pelo ainda seleccionador nacional do pontapé na bola. Irritam-me estas figurinhas 'metidas a besta'.


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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008
Sentes-te com sorte?

[...]What's in it for Apple? �Turkey is my second biggest market after Russia, but absolutely the most exciting of the 99 countries I manage,� said Jacques Gourlet, Apple's senior sales manager for Central Europe, Middle East and Africa. �Turkey is magic, booming -- I mean the PC market is exploding.[...]


publicado por LMB às 19:08 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito


Nada podia ser mais verdadeiro: os governos, por norma, são constituídos pelos votos do povo, o que não lhes confere, em democracia, que usem e abusem do efémero poder. Às vezes há que consultar as bases, seja porque a Constituição assim o obriga, seja por uma questão de aferição de decisão realmente importante e que toca a todos.
No caso da Irlanda, a Constituição defende que em coisas que mexam a sério com o país haja referendo. Houve.
Houve para o tal tratado de Lisboa realizado antes do Natal ali no emblemático mosteiro dos Jerónimos. O resultado dos Irlandeses, soube-se há poucas horas: mais de 50% votou 'não' ao tal tratado.

Ou entenderam bem o tratado e as suas letras pequeninas e decidiram que não seria o melhor para o seu país, ou não o entenderam convenientemente e, na dúvida, não aceitam e façam o favor de voltar a explicar melhor. Pessoalmente, vou por esta última hipótese. De resto, julgo que 90 e tal por cento da população portuguesa não saberá também a que diz respeito, nem em detalhe nem em linhas gerais. E se há culpado nesta insuficiência de conhecimento, o dedo é apontado a quem governa. 'Marketing' da treta só comparável aquele que ultimamente eu tenho observado da zona escandinava.
E quando assim é, e o 'produto' (leia-se 'Tratado') não é bem 'vendido', o povo não compra. E os Irlandeses não 'compraram'. Por cá, em época eleitoralista, também houve intenção de referendar, mas foi só intenção.
Por outro lado, também não percebo a afirmação do nosso primeiro ao exclamar que o tratado aceite por todos os Estados-membros 'é importante para a sua carreira política'. Um acto isolado de narcisismo, ou estaria ele à espera que alguém em Galway ou Cork o ouvisse e pensasse: 'eh pá! Coitado. Não vamos estragar a vida ao homem'.


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publicado por LMB às 18:21 | link do post | comentar | favorito

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