Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

'101 dumbest moments in business' via CNNmoney. E sim, tudo o que está representado na imagem, consta lá.


Créditos: imagem CNN


publicado por LMB às 18:17 | link do post | comentar | favorito


Tão simples como o 'candle carver'.


publicado por LMB às 00:24 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Não está em Paris, nem Roma nem Nova Iorque e muito menos em Lisboa. A bem dizer, também já não está onde esteve por volta de 1866. Bom, mas enquanto esteve, a Rússia czarista tinha onde fazer compras. Via englishrussia.com, conheçam o primeiro grande -direi, gigantesco- centro comercial russo, da primeira tosca pedra à arte final.
Ao pé deste, o Colombo é um alberguezinho.


publicado por LMB às 18:58 | link do post | comentar | favorito



publicado por LMB às 14:42 | link do post | comentar | favorito


a) Cheiros da campanha publicitária de Tom Ford e do seu primeiro perfume para homem
b) Cheiros estranhos (foto) de uma não menos estranha fragrância 'engarrafada'. E, parafraseando os criadores, 'há que ter nariz para o negócio'. Explícitamente.
Mais oui.

Créditos: imagem smellmeand.com


publicado por LMB às 00:30 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007



Há dias vi uma cópia magistralmente restaurada como só (creio) o digital o pode fazer: 'Modern Times' de Charlie Chaplin com a lindíssima Paulette Goddard. Feito em 1936 -parecia ter sido realizado ontem- e já com o sonoro em velocidade de cruzeiro, Chaplin, insistiu em fazer um 'clássico' à moda dos bons velhos tempos: mudo, ou quase. Quase porque é o único filme onde Chaplin canta, embora Paulette lhe diga, no filme, 'que as palavras não têm importância alguma', por isso, siga a banda.
'Charabia' é o nome da cançoneta improvisada por Chaplin na cena que está lá em cima no video, as palavras rimam -ou tentam- mas não têm qualquer ligação, é no improviso do imperceptível que está toda a graça, como só ele a sabia. Não só graça, mas as muitas entrelinhas cáusticas sempre presentes nos seus filmes.

Quanto a Paulette, quatro anos mais tarde, em 1940, contracenava com outro grande do celulóide: Fred Astaire, no filme 'Second Chorus'. Uma excelente cena onde o título 'I ain't hep to that step but I'll dig it' contraria a relutância de Paulette em a fazer: afinal, ela sempre tinha pézinho para a dança. E de que maneira.
Não fosse um precalço, um ano antes, em provar que estava casada com Chaplin -e não a viver em pecado- e os estúdios da MGM tê-la-iam tido como primeira opção em vez de Vivien Leigh. E tudo o vento levou.


publicado por LMB às 22:04 | link do post | comentar | favorito


Knut fez 1 ano há poucos dias. É um urso polar nascido em cativeiro no Zoo de Berlim depois de ter sido rejeitado pela sua mãe, vá lá saber-se porquê.
Knut é também o urso polar mais famoso do mundo, porque lá se vai aguentando na luta pela vida em ambiente simulado e os seus ainda modestos cinquenta quilos atestam já que a dedicação que Thomas Doerflein, do Zoo alemão, lhe prestou não foram em vão.
Para já, tudo o que é pequenino tem graça.
Der Spiegel tem imagens e desenvolvimento em inglês.

Créditos: imagem timesonline.co.uk /Herbert Knosowski/AP

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publicado por LMB às 16:21 | link do post | comentar | favorito


'Preparados para tudo, em qualquer lugar'. Menos para castrar leões.
A estória aqui conta-se rápido: a força militar de intervenção rápida NBG-Nordic Battlegroup, estacionada no norte da Europa e, maioritariamente sueca, tem, como muitas outras companhias militares hoje em dia, mulheres no activo. Acontece que elas decidiram que a heráldica representativa da companhia -um leão- não deveria, como dizer... estar demasiado exposto. Daí ao passo da teórica discriminação sexual foi um tirinho de morteiro. Processo para aqui, processo para ali, ganharam. E lá deram trabalho ao militar encarregue do Photoshop.
Eu teria resolvido o problema adicionando uma leoa. E pronto.
O Times conta o episódio com mais detalhe.

Créditos: imagem timesonline.co.uk


publicado por LMB às 15:57 | link do post | comentar | favorito


Este camarada aqui decidiu fazer o projecto da sua vida. Literalmente.
Durante oito anos, auto fotografou-se e o resultado das etapas cronológicas está aqui em cima


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publicado por LMB às 15:38 | link do post | comentar | favorito


O objecto mais distante deste nosso planeta azul, produzido por humanos, tem o bonito nome de Voyager 1. É uma sonda espacial há trinta anos a percorrer o infinito e mais além. É seguida de perto pela sua 'irmã' gémea, a Voyager 2, deslocando-se à velocidade de 57 mil Km/hora, todos os dias emitem o seus relatórios com maior ou menor importância para a Terra. Estão, nesta altura, tão distantes que em apenas mais uma década atingirão a zona denominada como heliopausa, que marca a 'fronteira' do nosso sistema solar, algures entre 8 e 22 biliões de km. para lá do Sol.
Mesmo que a energia nuclear que as alimente se esgote - o ponteiro ainda estará longe de acender a 'luz de reserva'- ambas continuarão, até que, eventualmente, em qualquer cruzamento intergaláctico, passe de raspão num retrovisor de alguma nave desconhecida ou uma operação 'stop' a obrigue a parar. Será aí, que o famoso disco dourado que vai a bordo será, provavelmente, visto e ouvido. Esperemos que, nessa altura, a história não se replique no sentido em que a civilização Maia está agora para nós.

Créditos: imagens nasa.gov

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publicado por LMB às 13:48 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Vítima [definição] :
pessoa perseguida ou sacrificada pela tirania ou injustiça de alguém;
pessoa que é sacrificada aos interesses de outrem;
pessoa assassinada ou ferida;
pessoa que sucumbe à desgraça ou ao infortúnio;
pessoa ludibriada;
tudo o que sofre qualquer dano.
Consta nos dicionários, supõe-se que universalmente.

O caso conhecido como "rapariga de Qatif", foi trazido à luz do mundo pelos media. Aconteceu na Arábia Saudita em Março de 2006, onde uma rapariga de 19 anos, somente noiva -ou prometida- ainda, foi violada por um grupo de sete homens. A queixa apresentada, valeu penas entre os poucos meses e poucos anos aos violadores, mas, seis meses de prisão e duzentas chicotadas para a violada.
Para os ocidentais, isto é um misto de vivência entre o medieval e o modernaço: coisa sem sentido. Independentemente da questão religiosa, deveria haver, por certo, outra questão que mais alto se poderia levantar: justiça.
E, claramente, não foi isto que prevaleceu em primeira instância, mas tão somente a exposição pública do caso, que levou hoje o rei saudita Abdullhah a 'perdoar' a vítima.


publicado por LMB às 19:27 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito


Como os próprios o afirmam: 'Santa's Ghetto' é, provavelmente, o menos produzido show de arte do mundo. Pode até ser. Mas não será, certamente, na qualidade dos trabalhos apresentados. Onde o graffiti, enquanto expressão de arte urbana- na verdadeira acepção da palavra arte- tem nota dominante, como será visível na parte da página do evento dedicada a The Wall.
Resta dizer que esta acção não se desenrola numa cidade dita da 'frente do mundo', nem em nenhuma galeria reputada, antes, é mesmo nas traseiras do muro. Em Belém, Palestina.
E tem um objectivo, que os próprios também explicam.

Créditos: imagem santasghetto.com


publicado por LMB às 19:02 | link do post | comentar | favorito


Estão a ver o que se pode descobrir em catálogos com pó do tempo? 'Slinky' (ou mola saltitona, como por cá era conhecida) fez a sua primeira aparição ao infantil público, precisamente em 1945. Uma sessão de demonstração, na altura, dada pelo seu inventor e 'gestor de produto', Richard James, resultou em impressionante venda imediata (ou de impulso, como se pretenda) e mais um quadradinho para a 'tela gigante do american dream' estava definitivamente colado. Mais sobre a 'Slinky', sucessos e desaires, aqui.

Créditos: imagem wishbookweb.com


publicado por LMB às 14:00 | link do post | comentar | favorito


Não que goste de receber carradas de catálogos enfiados atabalhoadamente na caixa de correio, pelos 'suspeitos do costume' oferecendo mais-do-mesmo com cêntimos diferentes várias vezes por semana naqueles conceitos de 'bus marketing': vem tudo ao molhe, de pneus a fiambre da pá.
Mas não fico indiferente a uma boa peça, i.e., a um catálogo decente.

A WishBookWeb deu-se ao trabalho de compilar várias gerações de catálogos completos de Natal de quatro grandes armazéns norte-americanos: Wards, Sears, JCPenney e Spiegel. Começam em 1944 e vão até 1985.
Acho-os uma verdadeira delícia, até pelas diferentes análises que se podem retirar dali e, recuando sessenta anos, pode até observar-se que algum estilo de comunicação continua perfeitamente actual. A foto de cima, é do catálogo Sears do primeiro Natal pós 2ª grande guerra, 1945, e a portabilidade de um equipamento, antepassado desmemoriado deste onde escrevo este post, era já convidativa à compra de Natal; qualquer semelhança com a actualidade não é mera casualidade. O clássico e repetitivo 'back to school' seria inventado mais tarde.

Créditos: imagem wishbookweb.com

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publicado por LMB às 10:24 | link do post | comentar | favorito

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