Quinta-feira, 18.03.10

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Domingo, 27.12.09

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Quinta-feira, 17.12.09

Quer-me cá parecer que o vereador J.Sá Fernandes da CML perceberá tanto de mondas como eu de lagares de azeite.
Até o Pravda reporta o abate sem explicação de centenas de árvores no parque florestal de Monsanto.
Ainda bem que a CML se preocupa com o ambiente...

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Sexta-feira, 04.12.09

Muito raramente passo a pé pela Av.Infante Santo e, talvez por isso, nunca tenha -ou não me recordo- reparado na Vespa 'petrificada'. A ideia, penso, que terá partido ou pertencido ao 'Vespa Club de Lisboa', já que é por ali num daqueles números de polícia dessa avenida que o Club está ou esteve. Ontem, estacionei mesmo de frente para ela. O objectivo não era descobrir esse ícone intemporal de duas rodas, mas sim orientar-me para o outro lado da rua, onde existe agora um novo ponto de venda Mac, a 'PowerHour', que pertence a um 'histórico' deste mundo 'appleiano'. Faço votos de sucesso e uma recomendação para o OG: convém devolver chamadas perdidas no telemóvel; nunca se sabe se é uma troca de placa lógica ou um negócio interessante. Certo?

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À parte da tranquilidade -de morte- que se encontra nos cemitérios, alguns deles, quer cá quer lá 'por fora', são verdadeiros lugares de obras de arte. Fúnebra, é certo. Não sei se por cá se organizam 'excursões' para estes locais, como por exemplo, num nos arredores de Londres, onde existem guias treinados para o efeito.
No nosso, do Alto de S.João, nunca tinha notado no pormenor do gradeamento, mas que faz todo o sentido. Ninguém esperaria encontrar ali um 'smiley'.

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Segunda-feira, 19.10.09

A pouco mais de sessenta dias para mais um Natal, vem-me à memória não uma frase batida (como diz Godinho) mas a montra do Almeida&Oliveira ali perto de S.Domingos, na Baixa lisboeta, de onde saíram inúmeras figuras, enfeites, bolas de vidro e a primeira 'neve' artificial em spray para os pinheiros -na altura- verdadeiros lá de casa e transformados em árvore de Natal. Recordo-me bem dessas montras por esta altura que ciclicamente se repete, mas sem o brilho anterior. Também os olhos são outros, agora.

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Foi no Domingo passado que passei
À casa onde vivia a Mariquinhas
Mas está tudo tão mudado
Que não vi em nenhum lado
As tais janelas que tinham tabuinhas

É uma rua pequena, mas é uma rua bonitinha a Chaby Pinheiro, ao Campo Pequeno. Conserva ainda algum charme nos edifícios de princípio do século passado, onde neste prédio em particular se destaca esta entrada frondosa e bem tratada.
É a Lisboa das 'avenidas novas' -por oposição às 'velhas' que integravam o eixo da Av. da Liberdade e periferia- que podia ser hoje um 'boulevard' cuidado de referência como Ressano Garcia o imaginou ao alargar a cidade a partir da actual Praça de Marquês de Pombal até ao Campo Grande. Foi em 1888.

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Terça-feira, 06.10.09

O sonetilho 'Fim' fecha o segundo número da revista 'Contemporânea' de 1922. A autoria é da poetisa Judith Correia de quem não se sabe muito, apenas o suficiente: provocadora, inconformada, livre, mas triste.
Causou escândalos, mas não foi primeira página nos jornais da época. Aliás, nem depois. Sabe-se que dela existem 3 obras, e numa delas -'Setembro - Tarde Negra 921'- este 'Fim' foi incluído.
À morfina, chamava-lhe ela, a sua 'amante', à poesia um vício.

Créditos: revista 'Contemporânea', 1922


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Como se diria hoje em dia: anúncio muito 'clean'.
Para mim, está simplesmente elegante. Tal como muito provavelmente seria o corte dos fatos e paletós do anunciante.
Estava-se em 1922.

in revista 'Contemporânea', 1922


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Ainda sobre temas náuticos: este é o 'Sesimbrense' actual.
Apodrece na doca do Talaminho, junto à baía do Seixal, no recinto -ou perto dele- onde também se encontra a 'Lisbon Fresh Water Supply Ltd', criada em 1936 para abastecimento de água doce e potável aos navios. Curiosamente ainda mantêm a captação a cem metros de profundidade com um débito de 200m3/h. e com análise bacteriológica impecável, o que surpreende mas é verdade, e, que em tempos terá até levado à ideia da criação de águas de mesa do Talaminho.
No 'Sesimbrense' andei algumas vezes, assim como no 'Alentejense' que é seu contemporâneo e que, tanto quanto sei, ainda sulca o rio. Ambos ferries de serviço entre as duas margens do Tejo com uma longa rodagem desde os estaleiros navais de Viana do Castelo e estórias pelo caminho de todos os dias, como aquelas que eu ouvia contar num dos meus 'juvenis empregos de Verão' ao serviço da extinta 'Parry & Son Ltd' e que consistia em pintar estes clássicos, -em particular o belga 'Monte Pragal' de 1946- na altura ainda no activo para dar e durar.
Ao ver este neste estado, a aguardar desmantelamento, solta-se alguma nostalgia.

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Terça-feira, 01.09.09

Para além da boa bica, o espaço é agradável no exterior. Entalado no final -ou a meio- de que terá sido um quintal mais ou menos requintado de um daqueles bonitos e elegantes palacetes (noutros tempos, que não agora) das avenidas novas, neste caso a 5 de Outubro, está o 'MontyBlue'. Penso que nada terá a ver com a cadeia de restaurantes norte-americanos, onde uma das insígnias é precisamente o nome deste em Lisboa.
Nada do outro mundo, porém. Contudo, para mim, às 10h da manhã basta-me uma bica bem tirada e isto vai sendo raro encontrar, ora pela qualidade do café ora por quem a tira e para quem a expressão 'italiana' já caíu em desuso ou nunca se fez ouvir; traduzo para 'bica curta/café curto' e mesmo assim ou vem a razar o fundo ou vem com o 'desculpe, não percebi.'
Aqui, tive a sorte de encontrar um bom café dos Cafés Lobito, quase tão difícil de encontrar quanto os Cafés Lusitana, este último ficou o derradeiro gosto numa esplanada da Praia Grande que os servia em copinhos de vidro grosso.

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Domingo, 16.08.09

WASHINGTON, June 22 — A little-known fact: A version of the Internet was invented in Portugal 500 years ago by a bunch of sailors with names like Pedro, Vasco and Bartolomeu. The technology was crude. Links were unstable. Response time was glacial. (A message sent on their network might take a year to land.) They put up with it all. They were hungry to gain access to the world.
O excerto aqui em cima saíu no The New York Times, há dois anos.
Hoje fomos todos ver se era mesmo assim, no Museu Nacional de Arte Antiga -MNAA- em Lx. E é mesmo assim: quisemos e conseguimos dominar o mundo. Mas há quinhentos anos.
É uma belíssima exposição temporária esta de 'Portugal e o mundo nos séculos XVI e XVII'. Não está incluída nas habituais 'borlas' dos Domingos -o que é pena- mas vale o preço. Há peças únicas - Cantino está lá- e num estado de conservação surpreendente (há tapeçarias que parecem ter saído ontem das mãos dos artesãos) há detalhes e entalhes de uma precisão assustadora e há também o fantástico restauro da nossa Custódia de Belém.
Do tempo de verdadeiro império, prestígio e arriscadas descobertas, claramente 'the world was not enough'. Bond que me desculpe, mas a frase deverá ter sido usada por nós vai para mais de cinco séculos.
Pena que hoje, passemos apenas, aos olhos de muitos desses povos com quem tomámos contacto nos idos de 1500, como uma 'parte de Espanha'. Mas a prova que assim não é, está no último piso do Museu.

Créditos: imagem MNAA


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Sábado, 25.07.09

'Diogo Homem, da área de marketing e comunicação da EMEL, disse ao PÚBLICO que está em curso a colocação dos parquímetros e arrancará de seguida a da sinalização vertical, prevendo-se que as novas regras comecem a ser aplicadas durante o mês de Agosto. A área em causa abrange cerca de 3200 lugares de estacionamento, dos quais 2100, “a grande maioria”, poderão ser utilizados apenas por residentes e comerciantes.'

Tenho esperança de, um dia, ver esta parasitagem com uma senha num centro de emprego distante. Enquanto isso não acontece, o resto da notícia com as peregrinas ideias da EMEL pode ler-se aqui.
E sim, também já residi em Campo d'Ourique, mas não suporto viver em Lisboa, hélas.

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Sábado, 27.06.09


Olhai, senhores,
Esta Lisboa d’outras eras,
Dos cinco réis, das esperas,
E das toiradas, reais.
Das festas,
Das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais,
Que já não voltam mais.


Ontem entrei e abanquei pela primeira vez na vida numa clássica casa de fados de Lisboa (where else?) num gentil convite do meu genro. Fui (fomos todos) ao 'Faia'.
Nada tenho contra o fado, simplesmente nunca me cativou e continua a não cativar. É (en)fado ouvir fado e quanto a isso nada a fazer. E não é à falta de convites para que, de alguma forma, pudesse mudar a minha opinião: este meu estimado amigo, dono de vários blogs e profundo conhecedor da matéria, desistiu -deixa-me cá ver- talvez ao final de vinte anos. Nunca conseguiu 'arrastar-me' para escutar algum(a) fadista de outras eras ou algum dos mais recentes.

Ontem, porém, não fui obviamente 'arrastado' para coisa nenhuma, fui e pronto. Uma casa como o 'Faia' para se manter de pé há sessenta e dois anos é porque alguma coisa a impede de cair e, segura e tranquilamente, uma delas é a qualidade da comida (atenção aos preços, porque é um jantar/espectáculo e de 'tasca vadia' nada tem) o serviço irrepreensível e claro está -para entusiastas- as cabeças de cartaz, entre as quais a própria dona: Lenita Gentil.
Os versos lá de cima -'Lisboa antiga'- da dupla Galhardo/Vale e música de Raúl Portela, foram cantados por outra voz experiente: Anita Guerreiro. O único que eu melhor conhecia e aquele que mais gostei também.
Sem ter -nem a irei ter nunca- alma bairrista é, mais que certo, difícil entender a própria alma do fado e se me visse a trabalhar numa casa destas, seguramente que me daria um 'treco' logo nos acordes iniciais sem necessidade de me vencerem pelo cansaço.
Contudo e, porque se tratou de um acto isolado, a experiência resultou muito agradável em primeiro lugar pela companhia familiar e em segundo pela comida e justamente por esta e única ordem.

Cá fora, na Rua da Barroca, em pleno coração do Bairro Alto (continua imundo por sinal) as hordas de gente de copinho plástico na mão ou garrafinha de vidro que mais tarde será atirada para qualquer sítio, inundavam quer essa, quer as outras ruas adjacentes ou o próprio largo de Camões ou o próprio Chiado, para lá da meia noite já. Deve ser sempre assim, eu é que não sou 'visita de casa' (Bairro Alto) nem 'traseunte frequente' da zona e por isso, 'não acumulando milhas', me causou alguma surpresa, admitindo a estoicidade da tal 'crise' instalada... Pois. Aliás, registei 'isso' igualmente na 24 de Julho e em Alcântara.
Mas estou pronto para outra. E sim Patrícia, da próxima, pode ser mesmo Jazz: Chet Baker, mesmo já em diferido, pode constituir uma boa opção.
Foi só uma ideia...

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Sexta-feira, 26.06.09

Se fosse turista, perdido na Lisboa dos fados, havia certamente de matar a minha curiosidade pelos fadistas Lucília 'of Caramel', Alfredo 'Carpenter' ou 'Tristan' da Silva nessa "area of Beech inescapable tradition in Lisbon".
Por vezes, é preciso um bocadinho mais que o 'babelfish' para as coisas correrem bem por parte de quem edita estas coisas na web, seguramente alheio ao estabelecimento publicitado.

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