Domingo, 29 de Junho de 2008

Passei horas a ouvi-los em LP's de 33 e de 78rpm e, na altura devo ter tido certamente pena de não poder ter acesso ao acompanhamento visual do que estava a ouvir, excepção feita a alguns filmes onde algumas dessas Big Bands pontualmente apareciam.
Ainda bem que hoje, está tudo à distância de um URL.

Glenn Miller, Benny Goodman, Count Basie, Duke Ellington, Tommy Dorsey são apenas os homens do 'top five'.

O primeiro clip lá de cima ("I've got a girl in Kalamazoo") de G.Miller, tem no final uma das melhores partes do filme 'Orchestra Wives" de '42, com os Nicholas Brothers, sem graxa.



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Longa metragem, em 1903, queria dizer 14 minutos. Edwin S. Porter foi o pioneiro norte-americano na arte das imagens em movimento sequenciais. A 'Cabana do Pai Tomás', filmado nos 'estúdios' de Thomas Edison (Edison Company- NY) utilizou actores brancos 'engraxados' de mais escurinhos para dar aquela sensação de 'pele natural africana', de resto, situação comum durante algum tempo a outros filmes nessa altura de 'cinema experimental'.
O interessante nisto, é a elaborada técnica colocada por Porter no seu filme, estreado há 105 anos. Cento e cinco anos.



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Sábado, 28 de Junho de 2008

Do Texas, não chega só 'Oil', chapéus branquinhos de abas largas 'Chuck Norris style' e um presidente tótó. Estes 'Lonely Boys' trazem uma sonoridade algo nostálgica (Santana já fez parelha com eles) boa para os dias de Verão.
Por antecipação, fica já aqui o video para que os meu rapazes ensaiem com as suas guitarras e não me cheguem aqui com acordes por fazer... (estão a ouvir, rapaziada?...)


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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Somos capazes de o ver algures por aí, de calções, t-shirt. boné e câmera fotográfica ao pescoço, desembarcando de um desses super cruzeiros que trazem centenas de norte-americanos reformados ao cais da Rocha de Conde d'Óbidos.
Era uma imagem engraçada, mas nunca acontecerá.
Bill Gates reforma-se amanhã da Microsoft. 33 anos depois, é indiscutível que ele e a sua empresa mudaram, em muito, o mundo. Goste-se ou não. São milhões de utilizadores, para incontáveis aplicações desenvolvidas quer pela sua própria empresa quer por terceiras partes, por isso, há sem margem de dúvida um contributo importantíssimo na indústria de software e hardware, incluindo um de carácter financeiro envolvendo a Apple há uns anos atrás. Como em tudo o que é excessivo, existe uma relação de habituação e dependência, a tal dependência que por aqui tenho apelidado de doentia, e é um facto.
Como será a Microsoft sob a batuta exclusiva de Ballmer, não sei. A ver vamos. Entretanto, ao novo pensionista, votos de boas tacadas no Par 4.

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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Nem faço a mais pálida ideia se essa publicação ainda se encontra nas bancas. Mas, se por acaso, já se foi, há substitutos à altura, não impressos mas televisionados. Chego até a ter 'pena' do R.Guedes de Carvalho no papel de pivot de noticiário que se quer à viva força que se torne notícia aquilo que nunca terá sido talhado para se dar grande atenção. Não é, obviamente, exclusivo da SIC, é dos outros dois canais também.
Mas hoje, enquanto passarinhava da ala este para a ala oeste aqui de casa, não pude deixar de reparar na sábia resposta de um alentejano a quem o repórter, numa ingrata e tonta missão, perguntava a esse cidadão "se estava calor e se o incomodava". Se não foi assim exactamente, a essência foi esta. Ao que o homem lhe responde: "Nãã. 30 graus né? A gente aqui está habituado a 40, 40 e tais". Estava à espera de quê, o jornalista?
Portanto, notícia em prime time, foi justamente os 'tórridos' 28 graus em Lisboa e os 35 em Beja. E continua a reportagem, na mesma onda de calor, à espera que alguém anuísse à ideia de confrmar 'que sim! está m_e_s_m_o muito calor!', como se este rectângulo luso fosse atravessado por monções ou correntes frias do estreito de Bering, de modo a justificar a caloraça mui estranha em pleno Verão.

Repetentes neste tipo de peças sem justificação, os noticiários das 20h saltitam entre 5 minutos de algo interessante e 70 de mais-valia-estarem-quietos. Salva-se, felizmente, o das 22h na RTP2, que consegue em trinta minutos falar de tudo o que realmente é importante.

Curiosamente, se as peças gágá sobre o calor normal se repetem, não vejo nem oiço nenhum deles dar, por exemplo, a mesma importância ao estado das praias (não me refiro à 'certificação' de bandeira azul) mormente ao estado em que no início do estio, os veraneantes encontram as areias: as beatas enterradas, as garrafinhas de iogurte, as latinhas ou os cacos das garrafas de cervejinha, o pacotinho de batata frita que a criancinha e os paizinhos permitiram que esvoaçasse pelo areal e ali fique, entre outros detritos.
A praia do Creiro, aqui ao lado na Arrábida, é um bom-mau exemplo disso, mais um ano. Uma praia de bilhete-postal, não deve certamente merecer a atenção da Câmara M. de Setúbal e do Parque Natural da Arrábida e muito menos dos Media. Está lá um 'garboso' painel de letras caídas que anuncia os milhares de Euros comparticipados pela UE; está lá um recanto com bancos de madeira tomados pelas silvas que dá pelo nome de 'Fonte da Paciência' que faz juz ao nome: paciência, não há água há dois anos. Está também ladeada em generosa extensão de cercado em nini barrotes de madeira que já foram verdes e já estiveram de pé. Fazem de barreira ao lixo acumulado de anos de gente sem escrúpulos. Nem os dois restaurantes existentes têm, sequer, brio na zona mais próxima que os circunda.

Na foto lá em cima, está um cinzeiro de praia. Exemplar único (meu) de uma acção da Câmara M. de Almada na Praia do Rei, há 4 anos. Não sei se voltaram a aparecer; eu pelo menos, nunca mais os vi. Sei que nesse ano de 2004. essa boa intenção durou o limitado stock que provavelmente a Câmara dispunha, o que traduzido em dias, não chegou a 8. Eram à borla, estavam estratégicamente colocados na entrada da praia logo a seguir à linha do 'Transpraia'. É provável que esta e até outras melhores acções de outras autarquias por esse país fora da zona litoral, existam.
O que está aqui em causa, é que talvez os noticiários, chatos, enormes, das 20h., fizessem melhor, no seu alinhamento, incluir algumas peças (duras e assertivas) tendentes à sensibilização das pessoas para a nojeira em que estão transformadas algumas praias (e matas) em vez de procurarem fazer notícia sobre o que o não é, em diálogos de lana caprina, quiçá inferiores ao primeiro trabalho de qualquer estudante do primeiro ano de Comunicação Social.


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Acho que ela terá pouco mais de vinte e poucos anos, acho também que não deveria servir de referência para ninguém, em particular aqueles que se enquadram na faixa etária dela e sobretudo inferior. É alimentado o efémero sucesso 'musical' dela precisamente porque nessas idades, o que é contra o 'establishment' é o que é bom e ser 'outsider' pela negativa, dá sempre aquele ar 'cool', por isso vende, por isso esgota 'concertos' desastrosos como aquele que terá cá vindo fazer há umas semanas.
Amy Winehouse, para mim, não representa mais que uma aranha na Somália: se desaparecer não dou pela falta dela. Contudo, considero absurdo e inqualificável mesmo para um padrão de QI -2, que possa existir uma página web onde se aposte a data da morte da rapariga e onde o vencedor ganhe ainda um iPod.


publicado por LMB às 12:02 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito


Eu acho que ainda se chama 'mupi' (mobiliário urbano para informação) mas como os acrónimos estão sempre a sair como pão quente, um tipo fica na dúvida.
Este na foto, e, próximo aqui do meu centro de operações, no cruzamento da Av. Álvaro Pais com a 5 de Outubro, não deve ter saído barato (mas isso que importa, tendo em conta o anunciante?) e nem faço ideia quantos poderão existir espalhados. Mas é certo que cumpre a função. Antes da foto, 3 transeuntes que esperavam o sinal verde de peões, estavam mais interessados em tocar em olhar e remirar os pequenos edifícios tridimensionais que saiam do vidro do tal 'mupi'.
GPS é o tema para um dos modelos Nokia. Funcionalidade que deveria estar na gaveta à espera que em S.Francisco, no início deste mês, fosse anunciado pela marca de Cupertino para um forte concorrente nas telecomunicações de bolso a aparecer daqui a quinze dias...

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PR oblige

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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Fernanda Freitas, excelente jornalista da RTP, tem o condão de apresentar bons programas. Do "Sociedade Civil" até esta colectânea de vivências de empreendedores que dá pelo nome de "Mudar de Vida", arruma com o clássico chavão portuga do "é a crise". A "crise", a tal palavra de cinco letrinhas apenas, vem instalada na boca e mente dos portugueses quase desde o 'Estado Novo'. É a teoria do 'coitadinho' para quase tudo, alimentada em força pelos noticiários que nada mais trazem num dia que não tivessem já trazido no dia anterior: más notícias. Internacionais, nacionais, regionais ou de bairro, é a 'crise'.
Sempre me irritou e continuará a irritar, a tendência para apresentar em primeira linha tudo o que corre mal, em longos minutos de emissão, espremendo o sangue noticioso até à exaustão em prime time.
Sim, porque o que pode existir -e existe- como inovação, empreendorismo e vontade de não utilizar 'a crise' como desculpa para tudo e todas as tonterias, não passa em horário nobre: esse está reservado ao atrás descrito ou ao novo 'ópio do povo': as telenovelas em cascata.
No horário 'menos nobre' passa o 'Audax' ou passa este 'Mudar de Vida'.
Estórias de gente conhecida - Horácio Roque, Ibérico Nogueira, Vitor Sobral, Rui Veloso, Rosalina Machado e muitos outros/as- e de gente ainda não conhecida, mas que têm um fio condutor comum: mudaram de vida.
Aposto que poucos conhecerão o selo de certificação 'Português Claro', as almofadas de caroços de cereja (sim, caroços) ou como a Fátima Medina, outra profissional da televisão durante anos, trocou as cameras pela sinalética.
Amiga, Angela Gaehtgens, é uma delas: ex-quadro do grupo que detinha a marca de Cupertino em Portugal e, posteriormente, de uma outra multinacional, decidiu também ela orientar a agulha da vida num outro sentido e para o qual sempre se terá sentido à vontade.
Uma série de ideias de negócios/actividades/conceitos concretizados, com óptima qualidade de visualização e áudio na internet, conduzida por Fernanda Freitas, que, decididamente não embarca em apresentar desgraças. E ainda bem.

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Domingo, 22 de Junho de 2008

'Queres considerar esta empresa nos teus contactos de Marketing?'- perguntou-me ele entregando um cartão de visita.
'Sim, claro. Algum contacto lá?'- perguntei eu. 'o nome'- retorquiu.

Foi total surpresa. Havia algum tempo que os nossos caminhos não se cruzavam por via de actividades profissionais de cada um, geograficamente distantes.
Contacto restabelecido e uma primeira grande prova de fogo surgiria rapidamente por alturas de uma feira na antiga FIL dedicada à então novidade da WWW. Se havia homem, para operacionalizar um evento que tinha nascido complicado, já ali estava. Não precisava de me provar nada em particular; há anos que eu conhecia a sua capacidade imaginativa, encontrando soluções para os casos onde outros diziam 'isto não pode ser feito' e com a agilidade que hoje ainda mantém. A ligação com uma Marca que tinha -e tem- tudo a ver com o seu modo de estar, tinha começado. O resto, é conhecido.

Veio isto à memória, a propósito do remate da introdução da ML #142/2008: [...]os nossos caminhos profissionais são por vezes algo inclinados, este projecto não é apenas um objectivo, é mais uma etapa. Porque estamos a começar todos os dias.[...]

Subscrevo em absoluto. Estamos, sem dúvida, a começar todos os dias.
Acredito igualmente que nada venha por acaso nesta vida mas penso se, porventura, esse cartão de visita nunca me tivesse sido entregue, ou se a resposta tivesse sido pela negativa de um lado ou de outro. Como seriam as coisas hoje neste nosso nichozinho informático? Sei lá eu. Sei que estão como estão e estarão bem.
É a auto estrada da vida, inclinada ou não, mas decerto com as suas 'áreas de descanso' e ao mesmo tempo com as oportunidades na curva.
E sinto-me bem por ter estado e encontrado no tempo certo, na curva exacta, não só esta, mas outras pessoas que comigo partilham também a vida familiar, profissional e, sem isto nada feito: de grande amizade.

Créditos: imagem extracto de post via iphil.blogs.sapo.pt


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Sábado, 21 de Junho de 2008

Deverá ser daquelas pouquíssimas empresas internacionais e gigantescas a operarem em território nacional onde quem lá trabalha se sinta realmente bem e acima de tudo com enorme orgulho.
São modelos de gestão -e de relacionamento com as bases- únicos e, pelo que me contam, verdadeiramente transparentes e eficazes. E percebe-se isso, quando a Autoeuropa é notícia de abertura de telejornal, onde os acordos com a Comissão de Trabalhadores não tem rondas negociais infinitas e redundantes.
Talvez por isto, na apresentação à imprensa esta semana do modelo Scirocco, a VW tenha passado o volante justamente ao representante da Comissão de Trabalhadores. Bem vistas as coisas, são 900 pessoas que trabalham neste projecto que prevê mais de 60 mil unidades. Uma atitude muito positiva e que reflecte um enorme respeito mútuo. Pode até deslocalizar a fábrica -oxalá não aconteça nunca- num futuro mais ou menos próximo, mas, no presente, a VW e a sua Administração, já ficou bem nesta fotografia.


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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Há campanhas tão bem esgalhadas que não perdem a actualidade. É o caso desta, por parte da Samsung, por altura do lançamento de um telemovel ultra fino. A mensagem, é por isso, clara.

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Não sei se a Optimus voltará a lançar a iniciativa do ano passado, criada com imaginação singela e eficaz pela Torke.
10 matulões emprestavam, num concerto, os seus ombros àqueles(as) com fraca metragem de coluna dorsal. Faltava um 'bocadinho assim' para poderem ver o palco. Por isso, uns ombros bem elevados davam conta do recado. Aqui, o passa-palavra, fez o resto durante os 3 dias do festival.
Há coisas simples, não há?

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Todos se recordarão da publicidade nos ecrãs de cinema antes -ou no intervalo- dos filmes começarem, a cargo, penso que maioritariamente, da Belarte.
Pois bem, uma nova tendência, nos EUA e faz agora 1 ano, foi tornar o espectador activo nesse espaço, dito, publicitário. Só que aqui, sensores de movimento comandam um jogo conhecido no grande ecrã, desde a plateia ao balcão e onde todos são parte integrante.
Naturalmente, isto só deverá resultar com casa cheia, até porque sensores de movimento para toda a gente não sairá coisa económica, logo, com filme em cartaz que atraia. Coisa, certamente, impensável para uma estreia do 'Branca de Neve' de J.César Monteiro, onde muito provavelmente não haveria audiência suficiente nem para carregar o botão de 'Start'.

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