Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007


R.do Carmo,Lx. DGCI "encerrado definitivamente", lê-se.


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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007



Avec le temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
On oublie le visage et l'on oublie la voix
Le coeur, quand ça bat plus,
C'est pas la pein' d'aller chercher plus loin
Faut laisser faire et c'est très bien
Avec le temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
L'autre qu'on adorait, qu'on cherchait sous la pluie
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard
Entre les mots entre les lignes et sous le fard
D'un serment maquillé qui s'en va faire sa nuit
Avec le temps,
Tout s'évanouit.

Avec le temps...

Avec le temps, va, tout s'en va
Mêm' les plus chouette's souv'nirs ça t'a un' de ces gueul's
À la Gal'rie j'farfouill'
Dans les rayons d'la mort
Le sam'di soir quand la tendresse s'en va tout' seule
Avec le temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
L'autre à qui l'on croyait pour un rhum' pour un rien
L'autre à qui l'on donnait du vent et des bijoux
Pour qui l'on eût vendu son âme pour quelques sous
Devant quoi l'on s'traînait comme traînent les chiens
Avec le temps, va, tout va bien.

Avec le temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
On oublie les passions et l'on oublie les voix
Qui vous disaient tout bas
Les mots des pauvres gens
Ne rentre pas trop tard, surtout ne prends pas froid
Avec le temps...
Avec le temps, va, tout s'en va
Et l'on se sent blanchi comme un cheval fourbu
Et l'on se sent glacé dans le lit de hasard
Et l'on se sent tout seul peut-être mais peinard
Et l'on se sent floué par les années perdues
Alors vraiment
Avec le temps on n'aime plus

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publicado por LMB às 22:23 | link do post | comentar | favorito


Está bem esgalhado o banner Apple (com os cromos do costume) colocado no site do The Wall Street Journal.


publicado por LMB às 19:40 | link do post | comentar | favorito


Interessante, a posição no ranking da fiabilidade, ocupada pelos portáteis Apple no estudo da DECO e divulgada na revista da instituição. A outra análise reporta ao iPhone, curiosamente no dia em que, em França, o novo 'gadget' passa a ser comercializado a 749€ em versão desbloqueada e operador livre.

Créditos: revista DECO n# Dezembro/07

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publicado por LMB às 16:37 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007




L is for the way you look at me
o is for the only one i see
v is very, very extraordinary
e is even more than anyone that you adore can
Love is all that i can give to you
love is more than just a game for two
two in love can make it
take my heart and please don't break it
love was made for me and you

L is for the way you look at me
o is for the only one i see
v is very, very extraordinary
e is even more than anyone that you adore can
Love is all that i can give to you
love is more than just a game for two
two in love can make it
take my heart and please don't break it
love was made for me and you
love was made for me and you
love was made for me and you


publicado por LMB às 23:42 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007


Iris Varela é deputada na Venezuela. Defensora acérrima de Hugo Chávez, tem esta atitude para com o jornalista Gustavo Azócar ao entrar em estúdio, acusando-o de calúnia.
Iris diz que não vai processar o jornalista, para não dar argumentos à oposição, a qual, -diz- faria bandeira disso acusando o governo de perseguição aos jornalistas.
Hmmm.....


publicado por LMB às 22:03 | link do post | comentar | favorito


'Brinde? Mas ó Pai isto trazia um brinde aqui dentro? Qual? E uma fava? Mas para que servia a fava?'.
Não é bem a 'idade dos porquês', mas é quase. É só uma questãozita levantada pelo mais novo dos meus rapazes e, que na verdade, nunca foi grande amante de bolo-rei, mas como nunca é tarde para se começar a gostar (e o inverso também é verdadeiro) entre duas dentadas numa fatia, acabei por meter com ele: 'Vê lá não engulas o brinde ou a fava...'

Antes que ele pensasse que poderia engolir uma Playstation disfarçada de figo cristalizado e ainda pudesse aumentar a estatística de criancinhas que engolem brindes, apressei-me a explicar que isso 'era dantes'. Antes da castrante normalização europeia.
E o brinde era apenas uma tradição por se tratar de um bolo de Natal e, não, não era uma 'coisa' grande: vinha embrulhado muitas vezes em papel de seda ('que é isso?'...) e tanto podia ser uma peça muito pequena em metal, como podia ser um brinde especial colocado a pedido se se mandasse um fazer um bolo-rei numa pastelaria, como a meia-libra ('que é isso?'...) em ouro.
Já a fava tinha o condão de transformar em futuro pagador do próximo bolo-rei aquele que tivesse a pouca sorte de lhe sair a dita numa fatiazinha. 'Então e se eu não tivesse dinheiro para comprar o bolo-rei?' ; 'Azar teu. Tradição é tradição...'

E lá rematei a conversa dizendo que, hoje em dia, o bolo-rei já não traz nem um nem outro apêndice incorporado na massa, porque uns senhores muito 'Hugo Boss' ('ah... esse eu sei!') numa cidade da europa que tem o nome de umas couves que tu gostas muito (.'..Bruxelas?...') decidiram há poucos anos e, depois de exaustiva pesquisa... que os brindes e as favas poderiam constituir uma ameaça mortal para as crianças.
'Ah...pronto. Mas era mais giro com brinde.'

Pois. Eu também acho. Mas tal como nos primeiros anos da República, tudo o que cheirasse a tradição, era imediatamente conotado com a Monarquia. O bolo-rei, também nessa altura passou pela fase de ser rotulado como 'bolo-república', 'bolo-presidente' ou simplesmente e envergonhado 'bolo-r'.
De facto, muitas receitas deste bolo existem por aí: umas muito boas outras muito más, infelizmente as segundas proliferam mais amiúde que as primeiras. Bento Maia (parece um trocadilho comigo mas não é) de seu verdadeiro nome Carlos Bandeira de Melo, explica e bem como realmente se deve fazer um t-r-a-d-i-c-i-o-n-a-l bolo-rei no livro que editou em 1904: "Tratado de cozinha e de copa". E sim, inclui brinde e fava.

Mas será, hoje em dia, conveniente que assim não se proceda ou lá estará a organização de combate ao 'crime pasteleiro organizado': os senhores ASAE. E, por voltar a falar neles, noto, que os comentários e artigos de opinião se vão avolumando no blogoesfera no que toca à actuação desmedida que esta entidade tem vindo a tomar em situações que ultrapassam em muito o conceito 'defesa do consumidor'. Um desses 'post' está escrito por um jornalista que prezo, Rui Vasco Neto, no seu blog 'setevidascomoosgatos', com o título 'o sabonete ASAE' e, que me acabou por levar a conhecer algo que foi uma surpresa: um cd com composições deste jornalista.



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publicado por LMB às 17:58 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito


Créditos: imagem applematters.com


publicado por LMB às 17:23 | link do post | comentar | favorito


Estes belíssimos sacos-mochila (se assim se quisesse) serviam para transportar o escritório digital às costas: Macintosh Classic. Cabos, adaptadores, transformadores, disquettes, canetas e blocos, tudo tem o seu lugar. Uma Stylewriter também la cabe(ia).
Para Portugal vieram alguns via extinta APDA-Apple Programmers and Developers Association e estes dois que aqui estão comigo, imunes ao tempo pela sua elevada qualidade, servem hoje outras funções.
Vá lá: nada de invejas.


publicado por LMB às 15:38 | link do post | comentar | favorito


Anúncio publicado no Wall Street Journal em Agosto de '81.


publicado por LMB às 15:35 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 25 de Novembro de 2007

25 de Novembro de 1975. Era o rescaldo do "Verão quente de '75", altura em que se multiplicaram episódios revolucionários e contra-revolucionários mais, ou menos, violentos: ocupações e conflitos em empresas, manifestações quase diárias, destruição de sedes de partidos políticos (particularmente o PC) , jornais invadidos e um 'faltou-um-bocadinho-assim' para estalar uma guerra civil.
O golpe militar que em '75 colocou um ponto final na influência da esquerda militar mais radical, pós revolução do ano anterior, teve como base, uma reacção à resolução do do Conselho da Revolução de substituir alguns comandantes militares e efectuar a dissolução da base aérea de Tancos.
Depois de ocupadas diversas bases militares e meios de comunicação social pela ala moderada de militares encabeçada por Ramalho Eanes, Vsco Lourenço e Jaime Neves, permitiu a continuidade do almirante Pinheiro de Azevedo no cargo de primeiro-ministro; é dele a célebre resposta a um jornalista (já não me recordo em que contexto) "Olhe! Vá perguntar à bruxa!"
Após esta data, o reforço multipartidário e a estabilidade dos trabalhos parlamentares, foram motor para que, no ano seguinte, no segundo dia de Abril, ficasse concluída a redacção da primeira Constituição genuínamente democrática da história portuguesa.
Já poucos se lembram, claro.

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publicado por LMB às 23:20 | link do post | comentar | favorito



Se há máquina de vending pela qual não nutro nenhuma simpatia, essa é a do tabaco. Moedas que entram e caiem e tornam a entrar, notas que engole e cospe porque não consegue ler o não sei quê ou porque está vincada ou porque não admite as de 10 Euros ou porque, porque....
Parece que agora existe mais um dispositivo 'afasta criancinhas': o comando remoto para activar a máquina. Mesmo que ela esteja 'colada' ao funcionário do café, tasca (se calhar já não existem) foyer de hotel, etc. Mas se não estiver por perto o funcionário com o telecomando a postos, lá teremos que pedir que desbloqueie a maquineta sff, com um rótulo de perseguido colado na testa.

Absolutamente irritante este policiamento moral. É mais fácil arranjar maconha do que tirar a porra de um Marlboro. Há 'salas de chuto' para que a rapaziada não sofra, mas não se pode acender o cachimbo com Mayflower no café da esquina.
António Barreto no 'Público' de hoje escreve um interessante artigo sob o título "Eles estão doidos!" a propósito de novas -e correntes- directivas vindas lá do meio da Europa e a aterrarem dentro de pouco mais de trinta dias, pelos vistos. Pois não se irá beber mais uma bica em chávena de porcelana ou loiça grosseira numa esplanada: será em copinho de plástico (certamente biodegradável e nunca derivado do petróleo...), pois o vinho, cerveja e refrigerantes terão a mesma peça plástica como acompanhante, entre outras beberagens.
Acho que fará todo o sentido beber um puro malte Dalmore de '62 num descartável. Acho que sim, em recepções ministeriais num qualquer jardim de um qualquer palacete, a flute ou taça serem um copinho alto, quiçá com lógotipo promocional e quatro dedos de vibrante Veuve-Clicquot. Afinal de contas, subentende-se como 'esplanada', ou não?

Zero ao artesenal, tudo pelo industrial. E se assim não for, lá está a toda-poderosa e mediática ASAE no seu papel controlador. Como em tudo o que peca por excesso, algum dia acabará mal.
Europa, europa... Há dias em que me apetece ser cidadão do Botswana.

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publicado por LMB às 16:38 | link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Diz-se que as melhores ideias nascem escritas nas toalhas e guardanapos de mesa. Posso atestar esta particularidade. E, se na altura, tivesse tido um destes guardanapos-anotadores, não teria certamente que rasgar e levar metade de uma toalha de mesa de papel, ali numa cervejaria da avenida Conde de Valbom, repleta de estratégias criativas.
E por falar em criatividade: os 'napkin notebook' têm um site deveras engraçado.

Créditos: imagem napkinnotebook.com


publicado por LMB às 16:38 | link do post | comentar | favorito


Estranha conjugação esta de forças contrárias que resultam em objectos plenos de levitação, criados pela holandesa Crealev. Não, não estão ainda a ser comercializados, não, não têm ainda uma rede de representantes. Mas olha que...

Créditos: imagem Crealev.com


publicado por LMB às 16:06 | link do post | comentar | favorito

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